terça-feira, 22 de novembro de 2011

Exercício de criatividade (mãos dadas)

Naquele momento, meu coração pulsava, apesar de tantas coisas que haviam acontecido para que isso não mais ocorresse. Meus olhos sentiam o peso do que não se materializava. A chuva escorria pelo rosto e nenhuma palavra adiantaria. O interior do ser era maior, e aquilo que estava escondido falava mais alto. As fraquezas de um animal como qualquer outro, agora escancaradas naquele momento de fragilidade. Assim como eu, aquela era mais uma alma sem destino certo. Uma necessidade desesperada de fazer algo por ela me afligia.
- Anna Daniela.

Nenhum comentário:

Postar um comentário